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A autogestão em saúde é o segmento em que a própria instituição é a responsável pela administração do plano de assistência à saúde oferecido aos seus empregados, servidores ou associados e respectivos dependentes, sendo o único modelo que elimina a necessidade de contratação de intermediários.

No plano de autogestão, o seu desenho é definido de acordo com a necessidade apresentada pelos seus beneficiários.

O sistema permite a interferência direta da organização na escolha da rede credenciada, no acompanhamento da prestação de serviços.

Os programas de promoção da saúde e prevenção de doenças utilizados como ferramenta para acompanhamento e controle dos riscos são alguns dos muitos benefícios assegurados pelo segmento de autogestão. Reconhecidamente importantes para o Departamento de Pessoal das empresas, esses programas dão segurança aos trabalhadores, contribuindo de forma eficaz para a motivação organizacional.

A área destaca-se ainda por sua importante função na retenção de talentos e manutenção do quadro de pessoal qualificado, assegurando competitividade.

Outro aspecto fundamental é a transparência nas ações vinculadas à gestão dos recursos disponíveis, já que a própria empresa tem o controle sobre as informações dos planos assistenciais.

Além disso, a autogestão:

  • É uma alternativa econômica para a instituição, que paga apenas os serviços realmente efetuados pelos profissionais e prestadores de serviços de saúde;
  • Não há gastos com comissão de corretores e propagandas;
  • Confere liberdade às empresas participantes para decidir o formato do plano a ser adotado, de acordo com as necessidades existentes;
  • É um modelo focado na atenção integral à saúde, por isso não há restrições a doenças e lesões preexistentes;
  • Por todas estas razões, o segmento é reconhecido pelo governo como forte aliado para contribuir na adoção de medidas voltadas à melhoria da qualidade da assistência à saúde dos trabalhadores e seus familiares.